#Filmes

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2026-02-05
Meu deus!
Não!
Ele é junto com Newton da Matta meu dublador favorito!
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#rip #dublador #dublagem #cinema #filmes #cartoon #actor #ator #voiceactor
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2026-02-04

‘Pillion’, filme sobre BDSM com ator de ‘Harry Potter’, ganha previsão de estreia no Brasil

fed.brid.gy/r/https://rollings

2026-02-04

Barcinski comenta como "Dinheiro Suspeito", da Netflix, é daqueles filmes ruins que devem ser vistos, por exemplificar a estupidificação da cultura dominante.
youtube.com/watch?v=hHFUMyNTP5U

2026-02-04
Era Sideralerasideral
2026-02-04

Cinco filmes que expõem como a fé e a verdade podem ser manipuladas para controle, poder e dominação social. 
erasideral.com/cultura/2026/02

2026-02-04

Cold Storage: Ameaça Mortal deixou-nos a frio — Take

makertube.net/w/kbXwawTjZ8Zi3e

News e vocênewsevoce
2026-01-31

The Beatles | Filmes ganham imagens com o elenco caracterizado, veja: Filmes dos Beatles ganham imagens com o elenco caracterizado, veja omelete.com.br/filmes/the-beat

2026-01-30
Era Sideralerasideral
2026-01-28

Cinco filmes e séries que exploram personagens em diálogo com versões de si mesmos, revelando identidade, conflito interno e transformação. 
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2026-01-27

Onde assistir a ‘Apocalipse nos Trópicos’, documentário brasileiro indicado ao ‘Oscar britânico’?

fed.brid.gy/r/https://rollings

Ariana Grande lamenta ausência na pré-estreia de “Wicked: Parte 2” em São Paulo; Cynthia Erivo e Jonathan Bailey encantam fãs brasileiros

A pré-estreia de “Wicked: Parte 2” (For Good) agitou São Paulo na noite desta terça-feira (4), reunindo fãs, celebridades brasileiras e parte do elenco principal da superprodução musical da Universal Pictures. Estiveram presentes Cynthia Erivo (Elphaba), Jonathan Bailey (Fiyero) e o diretor Jon M. Chu, que foram recebidos com entusiasmo e muita cantoria do público.

A grande ausência da noite foi a de Ariana Grande, intérprete de Glinda, que enviou um vídeo ao público pedindo desculpas por não conseguir comparecer, após uma série de imprevistos logísticos.

“Minha equipe e eu tentamos tudo que era humanamente possível para resolver isso e me fazer chegar até vocês. Meu voo original foi atrasado 16 horas e depois tivemos que sair do avião. Quando começamos a ver outros voos, tentei até entrar no voo do Johnny (Bailey), mas não havia assentos disponíveis”, explicou a cantora.

Grande contou ainda que tentou fretar um jato particular, mas esbarrou em exigências burocráticas: “O Brasil pede uma licença emitida com dois dias de antecedência para autorizar esse tipo de voo”.

A artista lamentou profundamente não ter conseguido comparecer e garantiu que tentará compensar os fãs brasileiros: “É importante para mim contar o quanto nós realmente tentamos e o quanto os fãs brasileiros são importantes para mim e para toda a família Wicked. Estou arrasada, mas vou compensar vocês.

Apesar da ausência, o público fez questão de celebrar os artistas presentes. Jonathan Bailey, eleito recentemente o “homem mais sexy do mundo” pela revista People, arrancou gritos e aplausos com seu carisma. Já Cynthia Erivo conquistou o público ao arriscar palavras em português: “Amo vocês, vocês são lindos”, declarou a estrela sob aplausos entusiasmados.

#Filmes #UniversalPictures #Wicked #WickedForGood

Simone Ashley se junta ao elenco de “O Diabo Veste Prada 2”

Simone Ashley, conhecida por seu papel como Lady Kathani “Kate” Sharma na série Bridgerton, da Netflix, foi escalada para integrar o elenco da aguardada sequência de “O Diabo Veste Prada”, atualmente em produção na 20th Century Studios. A informação é exclusiva do Deadline.

Ashley se junta ao elenco original, que marca o retorno de Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, além da recém-anunciada adição de Kenneth Branagh (Tenet, Belfast), vencedor do Oscar, que interpretará o misterioso marido de Miranda Priestly, personagem de Streep.

A direção é novamente assinada por David Frankel, que comandou o primeiro longa em 2006, e o roteiro fica a cargo de Aline Brosh McKenna, responsável pela adaptação original do best-seller de Lauren Weisberger — obra inspirada em sua experiência como assistente de Anna Wintour na Vogue.

Na trama da sequência, Miranda Priestly (Streep), ainda no comando da fictícia revista Runway, enfrenta o declínio da mídia impressa e tenta manter a publicação relevante em um cenário dominado pelo digital. A personagem de Blunt, Emily Charlton, retorna como uma poderosa executiva de um conglomerado de luxo que agora controla os orçamentos publicitários da indústria da moda — e se vê em rota de colisão com sua ex-chefe.

Fontes próximas à produção indicam que Simone Ashley fará uma participação especial em meio aos bastidores desse novo embate, embora detalhes sobre seu papel estejam sendo mantidos em sigilo.

As filmagens estão em andamento em locações em Nova York e Itália. A produção fica a cargo das veteranas Wendy Finerman e Karen Rosenfelt, que também produziram o longa original — responsável por arrecadar mais de US$ 326 milhões nas bilheterias mundiais e render duas indicações ao Oscar: Melhor Atriz para Streep e Melhor Figurino para Patricia Field.

Ainda não há confirmação sobre o retorno de personagens como Nate (vivido por Adrian Grenier) ou Christian Thompson (Simon Baker), mas fontes indicam que o roteiro busca refletir as transformações recentes no universo da moda, incluindo o impacto das mídias sociais e mudanças institucionais, como a saída de Anna Wintour da Vogue após quase quatro décadas.

“O Diabo Veste Prada 2” tem estreia prevista para 1º de maio de 2026 nos cinemas.

https://www.youtube.com/watch?v=mJtjWBxb4CA

#20thCenturyStudios #AnneHathaway #Disney #EmilyBlunt #Filmes #KennethBranagh #MerylStreep #ODiaboVestePrada2 #SimoneAshley #StanleyTucci

Charli XCX revela primeiro pôster de “The Moment”, falso documentário pop produzido pela A24

A Charli XCX divulgou o primeiro pôster promocional de “The Moment”, novo filme da A24 dirigido por Aidan Zamiri e escrito por Zamiri em parceria com Bertie Brandes. A ideia original do projeto nasceu da própria artista, que desenvolveu o conceito ao lado do estúdio. Previsto para estrear em 2026, o longa marcará o primeiro lançamento da produtora da cantora, a recém-criada Studio 365.

Com formato de mockumentary, “The Moment” acompanha uma estrela pop às vésperas de sua primeira turnê como atração principal, explorando — segundo a sinopse oficial — “as complexidades da fama e a pressão da indústria enquanto ela se prepara para uma estreia em arenas”. Charli interpreta uma versão ficcionalizada de si mesma, em um papel assumidamente meta.

O elenco reúne nomes de peso, incluindo Alexander Skarsgård, Rosanna Arquette, Isaac Cole Powell, Kate Berlant, Rish Shah, Jamie Demetriou, Trew Mullen, Kylie Jenner, Rachel Sennott, Arielle Dombasle, Hailey Benton Gates, Mel Ottenberg, Richard Perez, Tish Weinstock, Michael Workéyè, Shygirl e A. G. Cook.

Além de protagonizar, Charli XCX assina a produção ao lado de David Hinojosa. “The Moment” está programado para chegar aos cinemas em 2026.

#AGCook #A24 #AlexanderSkarsgård #ArielleDombasle #CharliXCX #Filmes #HaileyBentonGates #IsaacColePowell #JamieDemetriou #KateBerlant #KylieJenner #MelOttenberg #MichaelWorkéyè #RachelSennott #RichardPerez #RishShah #RosannaArquette #Shygirl #TheMoment #TishWeinstock #TrewMullen

Kathleen Kennedy deixa a presidência da Lucasfilm após 14 anos; Dave Filoni e Lynwen Brennan assumem nova liderança

Após quase 14 anos à frente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy deixará o cargo de presidente do estúdio ainda este ano, encerrando um dos períodos mais longos e debatidos da história moderna de Star Wars. A executiva será sucedida por uma nova estrutura de liderança compartilhada: o atual diretor criativo Dave Filoni foi promovido a presidente e diretor criativo da companhia, enquanto Lynwen Brennan, até então presidente e gerente geral da área de negócios, assume como copresidente. Ambos passarão a se reportar diretamente a Alan Bergman, copresidente da Disney Entertainment.

A transição vinha sendo planejada internamente há cerca de dois anos e reflete uma estratégia já adotada pela Disney em outros estúdios, separando a supervisão criativa da gestão administrativa. A escolha de Filoni era amplamente esperada, dada sua posição como herdeiro criativo de George Lucas, mas a ascensão de Brennan surpreendeu parte do mercado, sinalizando uma ênfase maior no controle financeiro e operacional em um momento decisivo para a franquia.

Embora deixe a presidência, Kathleen Kennedy não se afastará completamente da galáxia muito, muito distante. Ela continuará vinculada à Lucasfilm como produtora de dois dos próximos lançamentos cinematográficos do estúdio: “The Mandalorian e Grogu”, com estreia marcada para 22 de maio de 2026, e “Star Wars: Starfighter”, dirigido por Shawn Levy, previsto para 28 de maio de 2027. Após esses projetos, Kennedy pretende se dedicar a produções independentes fora da empresa.

https://twitter.com/DiscussingFilm/status/2011930834547155408?s=20

Em comunicado oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, elogiou o legado da executiva. Segundo ele, a aquisição da Lucasfilm em 2012 representou não apenas a incorporação de uma das marcas mais valiosas do entretenimento, mas também de uma liderança “visionária”, escolhida pessoalmente por George Lucas. Alan Bergman reforçou o discurso, destacando o impacto de Kennedy tanto no cinema quanto no streaming e classificando sua gestão como fundamental para a expansão contemporânea da franquia.

A passagem de Kathleen Kennedy pela Lucasfilm foi marcada por sucessos históricos e controvérsias significativas. Sob seu comando, a empresa lançou cinco filmes de Star Wars nos cinemas, que arrecadaram cerca de US$ 5,9 bilhões mundialmente. O ciclo teve início com “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), dirigido por J.J. Abrams, que superou US$ 2 bilhões em bilheteria global e permanece como o filme de maior arrecadação da história nos Estados Unidos. Vieram na sequência “Os Últimos Jedi”, “A Ascensão Skywalker” e o derivado “Rogue One: Uma História Star Wars”, este último também ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão e dando origem à série “Andor”, vencedora do Emmy.

Nem todos os projetos, porém, alcançaram o mesmo êxito. “Han Solo: Uma História Star Wars” enfrentou uma produção turbulenta e tornou-se o primeiro fracasso comercial da saga, enquanto diversos filmes anunciados — de nomes como Patty Jenkins, David Benioff, D.B. Weiss, Rian Johnson e Taika Waititi — acabaram engavetados. Esse cenário resultou em um hiato de sete anos sem lançamentos cinematográficos da franquia após “A Ascensão Skywalker”, pausa que será encerrada com “The Mandalorian e Grogu”.

Paralelamente, Kennedy foi responsável por conduzir Star Wars ao streaming, com destaque para “The Mandalorian”, série criada por Jon Favreau e Dave Filoni que se tornou o principal pilar do lançamento do Disney+ em 2019. Outras produções, como “Obi-Wan Kenobi”, “Ahsoka” e “Andor”, consolidaram a presença televisiva da marca, acumulando, ao todo, 85 indicações ao Emmy. Ainda assim, nem todas as apostas tiveram o mesmo retorno, como demonstrou o cancelamento de “The Acolyte” após uma única temporada.

Com a nova liderança, a Lucasfilm entra em uma fase de reorganização estratégica. Dave Filoni, que ingressou na empresa em 2005 a convite de George Lucas, construiu sua reputação como guardião da mitologia da saga ao criar séries animadas como “Star Wars: The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, além de comandar a transição para o live-action com “The Mandalorian” e “Ahsoka”. Já Lynwen Brennan, veterana da Industrial Light & Magic, onde ingressou em 1999, é reconhecida por liderar a expansão global da ILM e por sua atuação decisiva na estruturação financeira e operacional do estúdio.

Em declaração própria, Kathleen Kennedy afirmou que encarar o desafio de liderar Star Wars foi uma experiência transformadora e ressaltou o orgulho pelos projetos desenvolvidos durante sua gestão. Para Filoni, assumir a presidência representa a continuidade de um aprendizado iniciado ao lado de George Lucas e fortalecido ao longo de duas décadas dentro da empresa. Brennan, por sua vez, destacou o caráter colaborativo da Lucasfilm e disse confiar plenamente na visão criativa de Filoni para o próximo capítulo do estúdio.

A saída de Kathleen Kennedy marca o fim de uma era e o início de outra para uma das franquias mais valiosas de Hollywood. Com filmes, séries e novas produções em desenvolvimento, a expectativa da indústria agora se volta para como Dave Filoni e Lynwen Brennan irão equilibrar legado, inovação e expectativas de um público global cada vez mais atento e exigente.

#Disney #Filmes #IndianaJones #KathleenKennedy #Lucasfilm #SériesETV #StarWars

Roger Allers, codiretor de “O Rei Leão” e um dos pilares do renascimento da Disney Animation, morre aos 76 anos

Roger Allers, veterano da Disney Animation e codiretor do clássico “O Rei Leão” (1994), morreu aos 76 anos. A morte foi confirmada pelo produtor e colaborador frequente Dave Bossert, que prestou homenagem ao cineasta em uma publicação nas redes sociais no domingo. A causa não foi divulgada oficialmente.

“Estou profundamente triste com a notícia de que nosso amigo Roger Allers partiu para sua próxima jornada”, escreveu Bossert. “Estávamos trocando e-mails na semana passada enquanto ele viajava pelo Egito, o que torna essa perda ainda mais irreal. Roger era um artista e cineasta extraordinariamente talentoso, um verdadeiro pilar do renascimento da animação da Disney.” O produtor também destacou a generosidade e a humildade de Allers, lembrando que, mesmo após o sucesso monumental de “O Rei Leão”, ele jamais deixou que o reconhecimento lhe subisse à cabeça.

https://twitter.com/TheCartoonBase/status/2013069955365847539?s=20

Nascido em 29 de junho de 1949, em Rye, Nova York, Allers foi criado no Arizona, onde se formou em belas artes pela Universidade Estadual do Arizona. Sua carreira começou no Lisberger Studios, trabalhando em projetos como “Vila Sésamo”, antes de se mudar para Los Angeles para colaborar com Steven Lisberger no longa animado “Animalympics” (1980) e, posteriormente, em “Tron” (1982), um marco pioneiro no uso de computação gráfica no cinema.

Allers ingressou na Disney em meados da década de 1980, período que marcaria uma profunda transformação no estúdio. Atuou como artista de storyboard em títulos como “Oliver e sua Turma” (1988), “A Pequena Sereia” (1989) e “Bernardo e Bianca na Austrália” (1990), antes de assumir o cargo de chefe de história em “A Bela e a Fera” (1991), a primeira animação da história indicada ao Oscar de Melhor Filme.

O auge de sua trajetória veio com “O Rei Leão”, que Allers codirigiu ao lado de Rob Minkoff após assumir o projeto em meio a mudanças criativas internas. Lançado em 1994, o filme arrecadou cerca de US$ 771 milhões em sua exibição original nos cinemas, tornando-se o maior sucesso de bilheteria daquele ano e um dos títulos mais influentes da história da animação. O remake de 2019 ultrapassaria US$ 1,6 bilhão mundialmente. Allers teve participação decisiva na identidade artística do filme, defendendo a contratação de Hans Zimmer para a trilha sonora e a incorporação de influências musicais africanas autênticas.

Seu envolvimento com “O Rei Leão” se estendeu além das telas. Allers escreveu, ao lado de Irene Mecchi, o libreto da adaptação da Broadway, vencedora do Tony Award de Melhor Musical em 1998, além de ter sido indicado individualmente ao prêmio. Ele acompanhou de perto as montagens internacionais do espetáculo, adaptando o texto a diferentes contextos culturais e linguísticos.

Durante sua passagem pela Disney, Allers também trabalhou em “A Nova Onda do Imperador”, “Lilo & Stitch”, “De Volta à Terra do Nunca” e “O Rei Leão 1 ½”. Um dos projetos mais pessoais de sua carreira foi “A Pequena Vendedora de Fósforos” (2006), curta-metragem sem diálogos inspirado no conto de Hans Christian Andersen, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Curta de Animação.

Fora da Disney, Allers codirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006) com Jill Culton para a Sony Pictures Animation e escreveu e dirigiu “O Profeta” (2014), adaptação animada do livro de Kahlil Gibran, lançada nos Estados Unidos pela GKids. Ao longo da carreira, também contribuiu como storyboarder em produções como “Ted”, “Ted 2” e outros projetos de animação e live-action.

Em comunicado, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou: “Roger Allers foi um visionário criativo cujas inúmeras contribuições para a Disney perdurarão por gerações. Ele compreendia o poder de uma grande narrativa — como personagens inesquecíveis, emoção e música podem se unir para criar algo atemporal. Seu trabalho ajudou a definir uma era da animação que continua a inspirar o público ao redor do mundo.”

Allers deixa a ex-esposa Leslee Hackenson, a filha Leah e o filho Aidan. Reverenciado por colegas e fãs como um artista de rara sensibilidade e humanidade, Roger Allers permanece vivo na história da animação e em obras que continuam a emocionar gerações.

#Disney #Filmes #OReiLeão #WaltDisneyAnimationStudios

James Wan confirma retorno criativo à franquia “Jogos Mortais” e promete resgatar terror psicológico original

O cineasta James Wan, criador e diretor do primeiro “Jogos Mortais” de 2004, anunciou seu retorno com envolvimento criativo profundo à franquia de terror, agora sob os cuidados da Blumhouse Productions e de sua produtora Atomic Monster.

Em entrevista ao Letterboxd, repercutida pelo Bloody Disgusting, Wan declarou: “Não estive tão envolvido nessa franquia a esse nível, com essa profundidade, basicamente desde o primeiro filme. Em ‘Jogos Mortais III’ eu ainda ajudei a moldar a história, mas provavelmente sou o nome que mais se manteve afastado criativamente desde então, limitando-me a dar minha bênção a outros roteiros”.

https://twitter.com/DiscussingFilm/status/2016251825398153712?s=20

Agora, ele retorna ao lado de seu parceiro criativo, Leigh Whannell, com a missão expressa de renovar a saga para além das cenas de tortura gráfica.

“Quero voltar com uma nova perspectiva e resgatar o espírito do primeiro longa. Minha meta é entregar um ‘Jogos Mortais’ realmente assustador — não só sangrento, mas psicologicamente marcante, como eu e Leigh fizemos em 2004”, revelou o diretor. Ele destacou ainda o desejo de revisitar as motivações de Jigsaw, trazendo de volta o aspecto de justiça distorcida: “Queremos revisitar a filosofia do personagem, punindo quem não valoriza a própria vida. Se a pessoa aprecia a vida, Jigsaw não a caça só por caçar, essa nuance é o centro do que queremos recuperar”.

O diretor também enfatizou o desafio de renovar a franquia para uma nova geração: “Com 11 filmes, precisamos inovar para conquistar quem não cresceu com a série“.

Apesar de reconhecer o sucesso de sequências recentes, Wan defende que o resgate do terror psicológico e do design “sujo e grotesco” do original será crucial. A estratégia já agita fãs: a transição para a Blumhouse em 2025, inicialmente surpreendente, é vista como uma vitória criativa, trazendo de volta as mentes por trás do fenômeno que arrecadou US$ 1 bilhão globalmente.

#AtomicMonster #Blumhouse #BlumhouseProductions #Filmes #JamesWan #JogosMortais #Lionsgate #LionsgateEntertainment #LionsgateMovies

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