Escrevo por prazer, por necessidade e por inquietação.
Tradições que se perdem
https://palorentz.wordpress.com/2026/02/14/tradicoes-que-se-perdem/
Feliz Dia dos Encalhados
https://palorentz.wordpress.com/2025/02/14/feliz-dia-dos-encalhados/
@amagm Um sorriso sincero é empatia em estado puro: não corrige, não julga, não resolve. Acolhe.
Um sorriso sincero não se constrói.
Acontece.
Surge sem pedir permissão, como quem se esquece de se proteger por um instante.
Não vive apenas nos lábios, revela-se nos olhos, nesse lugar onde a verdade ainda não aprendeu a mentir.
Um sorriso assim não tenta agradar.
Limita-se a existir, e é precisamente por isso que toca tão fundo.
Há nele uma espécie de descanso, uma breve reconciliação com o mundo.
E talvez seja isso: um momento raro em que o coração se sente, finalmente, em casa.
MG
Estranho Mundo o Meu - Se não faz sentir, não faz sentido
https://palorentz.wordpress.com/2025/10/08/estranho-mundo-o-meu-se-nao-faz-sentir-nao-faz-sentido/
Cegueira Digital
https://palorentz.wordpress.com/2026/01/25/cegueira-digital/
Quanto ao nosso país, o cenário é uma miniaturização trágica do que se passou do outro lado do Atlântico. O comentário de café, agora digitalizado na caixa de comentários, é que “todos os partidos são uma merda”. Talvez sejam. Não sou eu que vou defender a honra do convento.
Mas, caros leitores, entre uma merda, um monte de merda e um pantanal de merda, é preciso ser coerente. Escolham uma merda na qual não se afoguem irremediavelmente...
Vi as últimas 48 horas de Davos. E o que vi foi um ringue. De um lado, o dinheiro; do outro, a gente. Quase sempre ganha o dinheiro, quase sempre perde a gente.
Vi o bom. Vi o mau. Vi aqueles que acham que o dinheiro lhes compra o caráter, vi aqueles que julgam que ser dono de uma conta bancária é ser dono do mundo.
Enganam-se.
O mundo não é de quem o compra; o mundo é de quem o sente.
Não deixes...
@lorentz.pa
Aqui misturam-se vozes, tempos, corpos e silêncios.
Há casais que se amam sem se tocarem. Há amantes que se tocam sem se amarem. Há pessoas que ficam por medo; outras que partem por amor.
Nada está organizado, porque o amor também não o está. Ele chega, desarruma, parte ou fica. Não temos a certeza, apenas sabemos que deixa tudo diferente.